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Chaves Património

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Roteiros turísticos

Ecovia do Tâmega

A Ecovia do Tâmega é um percurso para conhecer num dia o fundo do vale, a zona mais plana da Eurocidade. É a nova artéria de Chaves-Verín, em pretende criar uma relação mais estreita com o rio. Caminhe, olhe à sua volta e ouça.

Caminho Portugués Interior de Santiago

Ao longo dos séculos, nas margens do Tâmega podiam-se encontrar peregrinos provenientes de Portugal e Espanha. Talvez tenha sido devido a tanta devoção, que por essa razão surgiu aqui o primeiro livro impresso em língua portuguesa, o “Sacramental”, em Chaves, e o primeiro livro impresso na Galiza, o "Misal Auriense”, em Monterrei, ambos do final do século XV. Hoje em dia, os peregrinos, por múltiplas motivações, continuam a atravessar Chaves-Verín pelo caminho de Santiago.

A credencial para o Caminho de Santiago não se encontra à venda em Chaves, ela poderá ser adquirida via internet através da Associação Espaços Jacobeus. Em Verín ela pode ser adquirida mediante pagamento.

BTT Fortalezas da Raia

A ‘Raia’, termo normalmente empregue à fronteira pelas populações de ambos os lados, atravessa caprichosamente o Vale do Tâmega e as montanhas que o dominam. O rio atravessa-a ignorando as divisões criadas pelo homem, mas o viajante atento vai notar como são diferentes os núcleos populacionais e a paisagem. Percorrer a Raia em contato direto com a paisagem é um jogo para descobrir o que permanece inalterado a ambos os lados, como identidade de uma terra, e o que também muda. É descobrir também os contrastes entre a Veiga e as montanhas que a circunda.

Rota do Contrabando

Ao longo da história, a fronteira criou formas de vida genuínas. As aldeias próximas à 'Raia' mantêm relações entre si que lhes conferem uma cultura própria, com costumes e tradições únicas. Uma delas é o contrabando, esse comércio à margem da lei que, em muitos casos, representava o único meio de subsistência. O Caminho do Contrabando percorre algumas das populações 'raianas' cujos habitantes contam histórias sobre saídas noturnas através dos montes, para levar café, cereais e todo o tipo de mercadorias. O tráfego de mercadorias fazia-se em ambas as direções, dependendo do momento histórico e das dificuldades, que de um ou outro país, as pessoas estivessem a passar. Para além de um fenómeno local, este comércio foi também uma política de Estado, como foi o caso da exportação de estanho, de interesse militar, proibida aos países que se declaravam não-beligerantes. E, além das mercadorias, refugiados políticos e emigrantes cruzavam a fronteira, com a cumplicidade dos habitantes.

Quer saber mais sobre estas rotas, então visite-nos em http://www.visitchavesverin.com/